terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Uma história para falar de príncipes e princesas

- Eu estou sem ideia do que escrever.
- Escreva sobre nós dois.
- Boa idéia.
- rs.
- Era uma vez uma princesa, ou melhor ela não era bem uma princesa e nem tanto sonhava com um principe, talvez suas energias estivessem canalizadas em outras fontes, ele... bem até esse ponto da história ele era uma icógnita, quem seria ele? Tão bom quanto um sonho, tão rápido quando a luz, tão mágico quanto tudo simplesmente complicado.
E foi assim que um dia a vida dela encostou na vida dele e tudo tomou maiores proporções que o próprio lúdico Big Bang e foi assim que eles se conheceram
não tem muito o que explicar de uma história como tantas outras, que ás vezes não chega a ser história, simplesmente acontece e vai acontecendo, sem definição de paragrafos, afinal está tudo tão interligado.
E talvez essa história nem tenha acontecido, seja só a pura mania de ver em tudo um enredo bonito, um encontro especial, mas talvez tudo isso seja mais que uma história, sejam linhas indefinidas de sentimentos incolor, seja tudo o que for possivel, até pelo menos a espera do impossivel. Talvez o que essas palavras representem seja só a busca pelo indefinido, que nunca terá fim pois tem tamanho infinito.
Tudo seria demasiado magnifico se eles não estivessem tão distantes viviam tão longe um do outro, o pequeno príncipe morava do outro lado da floresta e assim não restava outra forma a não ser o pensamento para eles se comunicarem.
Algo de certa forma entre os dois era tão intenso ao ponto de consolidar a ponte telepática que ligava os dois e assim todos os fins de tarde o principe iniciava sua caminhada até a princesa, só que com a presença eles já não se comunicavam telepáticamente e a ponte ia aos poucos se dissolvendo.
Depois de tantas visitas e de uma saudade incomprensível que aflingia o peito de ambos decidiram se encontrar para não se separarem mais o problema é que cada com seus costumes diferentes não se adaptaria ao reino do outro, então a única saída foi viver ali no ponto de encontro de sempre.
É aquela árvore parecia bem cômoda, com seus largos galhos e mesmo com linhas opostas e vindo de diferentes lugares eles viveram felizes para sempre.

Dedicado à João Moraes [quem escreveu o final], meu príncipe, rs.

9 comentários:

Wallacy disse...

Pra tudo se dá um jeito, não é mesmo?
Curti a historinha xD

"Os opostos se distraem, os dispostos se atraem..."

Bjoo!

Anônimo disse...

"- Eu estou sem ideia do que escrever.
- Escreva sobre nós dois.
- Boa idéia."

kkk
Muito bom isso

-

Tô de volta mouça!
passa lá pra um exame de vista!

O Profeta disse...

Para ti que me visitaste
Ao longo destes poucos meses
Ofereço-te uma prenda singela
Uma estrela de mil cores

Roubei-a ao firmamento
Deposito-a na tua mão
Para que neste Natal
Te ilumine o coração

Um Santo e Mágico Natal


Doce beijo

Cidadão Solitário. disse...

voltei.

Loh_rayne disse...

que saudades que eu tava daqui ;D


:*

Ariana Coimbra disse...

Nossa! Amei o texto!
E o seu blog é otimo!

Beijo*

Ivan Bittencourt disse...

sempre tem uma saída...
^^
legal
saudades daqui tb
abraços
t+

Anônimo disse...

OIiiiiiiii sou nova por aqui e gostei do seu blog, parabéns bjos

Loh_rayne disse...

sumiu do blogger ><